domingo, 17 de julho de 2011

Fontes e alimentos ricos em vitamina D


Poucos alimentos são naturalmente ricos em vitamina D, e em muitos países a maior parte da ingestão dessa vitamina vem de produtos fortificados como leite, leite de soja e cereais. O ingestão recomendada de pelo U.S. Dietary Reference Intake para crianças e adultos até 50 anos é de 5 microgramas por dia (200 UI/dia). A recomendação aumenta para 10 microgramas/dia (400 UI/dia) para pessoas entre 50-71 anos de idade e para 15 microgramas/dia para idosos acima dos 70 anos.

A época do ano, latitude e cobertura de nuvens afetam a exposição aos raios solares e a síntese de vitamina D na pele. Desta forma, é importante para pessoas com limitação de exposição ao sol incluir boas fontes de vitamina D na dieta. Além dos alimentos fortificados com vitamina D, fontes naturais incluem óleo de fígado de peixe, peixes gordurosos (salmão, bagre, sardinha, atum, cavalinha), cogumelos e ovos.

Deficiência de vitamina D

A deficiência de vitamina D pode ser decorrência de ingestão inadequada com exposição insuficiente à luz solar, desordens que limitam sua absorção, condições que dificultam a conversão de vitamina D em metabólitos ativos, ou raramente por desordens hereditárias. Deficiência de vitamina D resulta em prejuízo da mineralização óssea e ocasiona doenças nos ossos --- raquitismo em crianças e osteomalacia em adultos --- e possivelmente contribui para a osteoporose.

oenças causadas pela deficiência de vitamina D

A deficiência de vitamina D pode causar várias doenças dos ossos como:
* Raquitismo - doença infantil caracterizada pelo crescimento impedido e deformidade dos ossos longos.
* Osteomalacia - desordem que enfraquece os ossos e ocorre exclusivamente em adultos caracterizada pela fraqueza
muscular proximal e fragilidade óssea.
* Osteoporose - condição caracterizada pela redução da densidade mineral dos ossos e fragilidade óssea.

A falta de vitamina D também pode ter ligação com aumento da susceptibilidade a várias doenças e condições crônicas como tuberculose, pressão alta, câncer, esclerose múltipla, depressão, esquizofrenia.


Excesso de vitamina D

Os níveis de concentração de vitamina D em pílulas e alimentos são muito pequenos para causar toxidade em adultos. A maior parte de casos de excesso de vitamina D ocorreram devido a acidentes manufatureiros e industriais. A exposição ao sol por longos períodos não causa excesso de vitamina D.

Alguns sintomas de intoxicação por vitamina D são resultado de hipercalcemia (nível elevado de cálcio no sangue) causada pelo aumento da absorção de cálcio pelo intestino. Intoxicação por vitamina D pode causar pressão alta, perda de apetite, náusea e vômito. Esses sintomas geralmente são seguidos por produção excessiva de urina, sede elevada, fraqueza, nervosismo e eventualmente insuficiência renal. O tratamento para intoxicação por vitamina D inclui descontinuar a suplementação vitamínica e restringir a ingestão de cálcio.

domingo, 2 de janeiro de 2011

A IMPORTÂNCIA DO CALCIO NA SAÚDE E SEU CONSUMO DIÁRIO

A Importância do Cálcio na Nutrição

Fonte: Revista Today 83, abril de 2005
Autor: Dr. Nataniel Viuniski – NAB Herbalife Brasil

O cálcio, além de ser o principal constituinte dos
ossos, é um mineral fundamental para a manutenção de várias funções do
organismo, como a contração muscular, coagulação do sangue, transmissão
dos impulsos nervosos e secreção de hormônios. Ossos e dentes armazenam
99% do total de cálcio presente no corpo. O resto circula no sangue.

É necessário que os níveis sanguíneos de cálcio se
mantenham em patamares seguros e específicos, para realizar suas
funções. Se houver deficiência desse mineral na alimentação, o organismo
terá que mobilizar suas reservas.

Os ossos funcionam como o grande reservatório de
cálcio, além de sustentarem e protegerem o corpo. A falta de cálcio na
dieta pode fazer com que o organismo retire-o dos ossos para manter seus
níveis no sangue em equilíbrio.

Dietas deficientes em cálcio estão associadas ao rareamento e estreitamento do tecido ósseo, conhecido como osteoporose.

À medida que envelhecemos, é natural que os ossos
se enfraqueçam. Logo, teoricamente, todos nós corremos o risco de
desenvolver osteoporose. E determinados fatores podem acelerar este
processo.

Após a menopausa, a chance de desenvolver osteoporose aumenta para quase todas as mulheres.
Certas características do estilo de vida, como hereditariedade ou fatores clínicos, podem aumentar ainda mais esse risco.

O fumo, o álcool e falta de atividade física também interferem negativamente na capacidade do corpo de manter ossos fortes e saudáveis.

As necessidades diárias de cálcio variam de pessoa para pessoa e em diferentes períodos da vida.
Atualmente o nível recomendado de cálcio na dieta de adultos é em torno de 1.000mg/dia.

Na criança saudável, as necessidades costumam ser
bem atendidas com um consumo diário de cerca de 800mg de cálcio, que
devem vir, exclusivamente, da alimentação.
No final da adolescência e
no início da vida adulta, o ideal é que o consumo de cálcio seja em
torno de 1.300mg/dia. Uma oferta extra de cálcio, ajuda a aumentar a
densidade do osso e protege contra perdas de massa óssea na terceira
idade.

É preocupante a constatação de que nessa faixa
etária, o consumo de leite e derivados venha diminuindo dando lugar ao
consumo de refrigerantes.

Na gravidez e lactação, quantidades iguais ou
maiores que 1.500mg/dia são necessárias para manter o equilíbrio
correto. Em tais circunstâncias, as mães precisam aumentar o consumo de
cálcio. Aqui, além da saúde
da mulher, o cálcio é essencial para a formação do esqueleto do feto e
para a produção de leite.